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O Rio Grande do Sul confirmou, na quinta-feira (3), a primeira morte por febre chikungunya no estado. A vítima é um idoso com comorbidades, residente de Carazinho, no Norte do RS. O óbito ocorreu no mês passado, mas só agora teve resultado positivo confirmado. O município enfrenta um surto da doença, com 97 casos já registrados e situação de emergência decretada.
Segundo boletim da prefeitura de Carazinho, oito pessoas ainda estão em período de transmissão da chikungunya e outras 47 aguardam exames. A cidade intensificou o combate ao mosquito Aedes aegypti com mutirões de limpeza, fumacê, uso de drones e ações educativas. A secretária de Saúde, Carmen Santos, destacou que os sintomas da chikungunya são mais duradouros e severos que os da dengue, com fortes dores nas articulações e possível necessidade de reabilitação física e apoio psicológico.
No total, o RS já contabiliza 4.703 casos de dengue em 2025, sendo 4.159 autóctones. Autoridades locais e estaduais articulam reforços com o governo federal para conter o avanço das doenças transmitidas pelo mosquito.