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Condenado por homicídio, jogador do América-MG entra com recurso para absolvição

Foto: Mourão Panda / América

O lateral-direito, Marcinho foi sentenciado a 3 anos e 6 meses de prisão em regime aberto pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) em abril deste ano. Ele foi condenado em razão de um acidente de trânsito que resultou na morte de dois professores na Zona Oeste do Rio. Contudo, neste mês, a equipe jurídica de Marcinho apelou pela sua absolvição e por uma redução da pena, caso a condenação seja confirmada.

A defesa do jogador questiona a autenticidade dos testemunhos e argumenta contra o relatório de acidente preparado pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Contexto do acidente fatal

O acidente ocorreu em dezembro de 2020 quando Marcinho, que na época jogava pelo Botafogo, estava dirigindo imprudentemente entre as velocidades de 86 km/h e 110 km/h em uma área com limite de 70 km/h. Segundo a polícia, Marcinho saiu de um restaurante depois de consumir álcool e não prestou socorro às vítimas, abandonando seu Mini Cooper a aproximadamente 600 metros do local do acidente.

Além da pena de prisão, a habilitação de Marcinho também foi suspensa pelo mesmo período da condenação. Segundo a decisão judicial, devido ao caráter culposo do crime e outros critérios, o magistrado substituiu a pena de prisão por duas penas alternativas, que incluem prestação de serviços comunitários.

Marcinho deixou o Botafogo após o incidente e jogou pelo Athletico-PR e Bahia. Ele foi recentemente contratado pelo América, substituindo o lateral Arthur, que foi vendido ao Bayer Leverkusen.