Quarta, 18 de abril de 2012 | 11h14

Após caso Repsol, Cristina Kirchner quer nacionalizar o Rio Grande do Sul

Povo Gaúcho gosta da ideia mas prefere que o RS se aproprie da Argentina.

TAMANHO DO TEXTO:

cristina

Cristina quer inflar os peitos da população de orgulho

BUENOS AIRES, Argentina – O polêmico caso da estatização da YPF pode afetar diretamente o povo mais importante do mundo, o Gaúcho. A ideia da Presidente Cristina Kirchner é nacionalizar o Rio Grande do Sul assim como fez com a petrolífera que era controlada pelo grupo espanhol Repsol.

- Nós queremos apropriar o Rio Grande do Sul ao território argentino porque o Gaúcho meio que se acha argentino, vive em Buenos Aires comprando alfajor. É um caminho natural – comentou a Presidente argentina.

O anúncio por meio de um decreto deixou dúvidas nos Gaúchos. Alguns aprovam a decisão de Kirchner e já se sentem meio argentinos. Os que são contra acreditam que o Rio Grande do Sul é que deveria nacionalizar a Argentina. E o Uruguai também. E o Chile. Enfim, toda a América Latina e talvez o mundo inteiro.

- Analisando o poder econômico dos países vizinhos a República Rio-Grandense é que deveria tomar conta dos vizinhos, menos do Brazil – afirma o cientista político, Carlos de Oliveira Fagundes.

A moeda forte, a educação do povo, o sistema de saúde, são alguns fatores destacados pelos Gaúchos para a apropriação. Sobre quem seria o mandatário(a) da nova República uma administração conjunta não seria descartada. De um lado Tarso e do outro Cristina.

- Essa é uma prática que Cristina aprendeu com seu falecido marido, Nestor, de ficar com um olho aqui e outro acolá – afirma Fagundes.